sábado, 22 de janeiro de 2011

Paris 1968, "Quarenta anos depois"

Em 1968 eu tinha 20 anos a aplaudi com entusiasmo os feitos das revoltas populares que aconteceram na França, iniciando pelos estudantes e se alastrando por toda a República francesa com repercussão e influência em todo o mundo ocidental.
A esquerda influía nos costumes, era um pensamento cheio de poesia, jovial e  pueril.
Teve seus aspectos positivos no que se trata de conter abusos da direita, de começar a valorizar os direitos humanos.
Naquela época se me deparasse com um discurso  como o que Sarkozy fez ao tomar posse como presidente da França, pediria no mínimo seu apedrejamento, ou o paredão, como pensava um bom revolucionário. 

Em minhas leituras me deparei com uma tradução do discurso feito por Sarkozy ao assumir o cargo de Presidente da República da França, concordo com o conteúdo e considero que um dia será proferido por alguém neste país.


Vou Reabilitar o Trabalho

Derrotamos a frivolidade e a Hipocrisia dos intelectuais progressistas. 
O pensamento único daquele que sabe tudo e que condena a política enquanto a mesma é praticada.
Não vamos permitir a mercantilização do mundo onde não há lugar para a cultura:
Desde 1968 não se pode falar em moral. Haviam-nos imposto o relativismo.
A idéia de que tudo é igual, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, que o aluno vale tanto quanto o mestre, que não se pode dar notas para não traumatizar o mau estudante.
Fizeram-nos crer que a vítima conta menos que o delinqüente.
Que a Autoridade estava morta, que as boas maneiras haviam terminado.
Que não Havia nada sagrado, nada admirável.
Era o slogan de 68 nas paredes na Sorbone:
” VIVER SEM OBRIGAÇÕES E GOZAR A VIDA SEM TRABALHAR”.
Quiseram terminar com a escola de excelência e do civismo.
Assassinaram os escrúpulos e a ética.
Uma esquerda hipócrita que permitia indenizações milionárias aos grandes executivos é o triunfo do predador sobre o empreendedor.
Esta esquerda está na política, nos meios de comunicação, na economia.
Ela tomou o gosto pelo poder.
A crise da cultura do trabalho é uma crise da moral.
VOU REABILITAR O TRABALHO.
Deixaram sem poder as forças de ordem e criaram uma farsa:
“Abriu-se uma fossa (fosso) entre a polícia e a juventude”.
Os vândalos são bons e a polícia é má.
Como se a sociedade fosse sempre culpada e delinqüente inocente.
Defendem os serviços públicos, mas jamais usam transporte coletivo,
Amam tanto a escola pública, mas seus filhos estudam em escolas privadas.
Dizem amar a periferia e jamais vivem nela.
Assinam petições pedindo a revogação, quando se expulsa um invasor de moradia, mas não aceitam que o mesmo se instale em sua casa.
Essa esquerda que desde maio de 1968 renunciou ao mérito e o esforço, que atiça o ódio contra a família, contra a sociedade e contra a república.
Isto não pode ser perpetuado num país como a França e por isso estou aqui.
Não podemos inventar impostos para estimular aquele que cobra do Estado sem trabalhar.
Quero criar uma cidadania de deveres, depois os direitos.

Nicolas Sarkozy
Presidente da França

Recado de Sarkozy em sua posse aos que acostumaram a viver como proxenetas de um discurso esquerdista que sempre alimentou os que não sabem pensar por conta própria.

Até parece que Sarkozy falou para os nossos intelectuais e para a esquerda tupiniquim.
O intelectual de esquerda brasileiro ama Cuba e diz maravilhas da ilha do Dr. Castro, mas o apartamento de férias está em Paris.

Quando políticos assumirem o tom de Sarkozy, será nossa redenção.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Acordo é acordo, não precisa de termo assinado, basta cumprir

O Jornal O Estado de São Paulo publicou reportagem sobre o rompimento da trégua entre o PT e o PMDB com nomeações de Ptistas do segundo escalão, todas elas, mais e duzentas, assinadas por Antonio Palocci. 
No Pará Ana Julia começou assim, descumprindo acordos, acabou como acabou.
Ou o Palocci quer ser mais majestade que o rei, ou malhor a rainha, ou a rainha não merece credito.

Leia a Reportagem do Estadão.


BRASÍLIA - A ordem da presidente Dilma Rousseff para que fossem suspensas as nomeações para o segundo escalão até fevereiro - uma forma de evitar novas brigas entre o PT e o PMDB por causa do domínio dos cargos - não virou lei nem dentro do Palácio do Planalto. Todos os dias o Diário Oficial da União traz novas nomeações para esses cargos, assinadas por uma única pessoa: o ministro Antonio Palocci, da Casa Civil, que despacha em um gabinete no quarto andar do Palácio.
Do dia 5, quando passou a valer a ordem de Dilma Rousseff, até ontem, Palocci assinou 208 nomeações e exonerações para cargos do segundo escalão, o que dá uma média de 23 por dia.
De acordo com o levantamento feito pelo Estado, boa parte dessas nomeações atende aos ministérios comandados pelo PT, como Comunicações e Saúde, que já foram do PMDB e agora se transformaram no ponto principal da discórdia dos dois partidos que comandam o Poder Executivo.
Origem
Foi por causa das nomeações do petista Helvécio Miranda Magalhães Jr. para a Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), do Ministério da Saúde e de Mário Moysés para a presidência da Embratur que o PMDB ameaçou ir à guerra contra o PT.
Para pôr Helvécio Miranda na SAS, o PT desalojou de lá Alberto Beltrame, um protegido do PMDB. Essa secretaria conta com R$ 45 bilhões para gastar nesse ano, principalmente em repasses para o Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de uma poderosa máquina geradora de votos para o partido que a comanda, pois o SUS está presente em todo o País.
Quanto à nomeação de Mário Moysés para a Embratur, esta também ajudou a incendiar a já conturbada relação entre PT e PMDB. Acontece que Moysés é ligado ao PT. Mas Antonio Palocci perguntou ao líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), se ele poderia transferi-lo da secretaria executiva do Ministério do Turismo - entregue aos peemedebistas - para a Embratur. Henrique Alves concordou. Logo depois, veio a demissão de Beltrame.
Traição
O PMDB acusou Palocci de traição. Henrique Alves bateu boca com o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Foi quando as relações entre os dois partidos entraram na fase crítica que levou a presidente Dilma a anunciar a suspensão das nomeações - o que acabou ficando só nas intenções.
Depois de uma breve pausa para que todos fizessem as pazes, com reuniões entre a presidente Dilma, Palocci, o vice-presidente Michel Temer e o líder Henrique Eduardo Alves, as nomeações ficaram suspensas por pouco tempo. A ideia de suspender definições para o segundo escalão partiu do próprio Temer, como forma de conter insatisfações do PMDB e evitar que o partido pudesse retaliar o governo em votações no Congresso.
O centro das preocupações do Planalto era que o mal-estar pudesse afetar a votação das presidências da Câmara e do Senado.
Inicialmente, após o acerto, o Diário Oficial só publicou nomeações negociadas entre as duas siglas. Mas, com as nomeações feitas para o Ministério da Integração Nacional, em que integrantes do PSB varreram peemedebistas deixados lá pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima, o PMDB voltou a reagir.
Trégua
Coube então ao ministro Antonio Palocci começar a nomear os indicados pelo PMDB, mais uma forma de aplacar a ira do partido.
Nesta quarta-feira mesmo deverá tomar posse na presidência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Mauro Hauschild, indicado pela ala do PMDB liderada pelo presidente do Senado, José Sarney (AP) e pelo líder do partido no Senado, Renan Calheiros (AL).
O cargo era dominado pelo PT, que comandava o setor desde a primeira posse de Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2003.
A Previdência sempre entrou na cota dos ministérios estratégicos do PT. Mas, com Dilma, acabou sendo entregue ao PMDB, numa tentativa de compensar as perdas nas pastas das Comunicações e da Saúde.
A nomeação de Hauschild foi assinada no dia 14 por Palocci. O posto de presidente do INSS é um dos mais cobiçados e está na cota do PMDB, que passou a ter o domínio do Ministério da Previdência Social, ao qual a autarquia é subordinada.
O novo ministro da Previdência, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN), utilizou a cerimônia de transmissão do cargo para qualificar o ministério de "um abacaxi".
Junto com Hauschild, Palocci nomeou Jaime Mariz de Faria Jr e Rogério Nagamine Costanzi para cargos na Previdência Complementar e no Regime Geral de Previdência. Neste mesmo dia foi publicada a exoneração, assinada também pelo ministro Palocci, de Murilo Francisco Barella e João Donadon, ambos ligados ao PT.

domingo, 16 de janeiro de 2011

A melhor de Tim Maia

Li no Blog do Parsifal uma resenha de declarações do controvertido e talentoso Tim Maia, a que achei mais interessante reproduzo aqui:

"Este país não pode dar certo. 
Aqui prostituta se apaixona, 
cafetão tem ciúme e 
traficante se vicia"

Estado do Rio de Janeiro

De Janeiro em Janeiro no Estado quem tem o mês no nome acontece uma tragédia.


Sempre?
Até quando?


Rio das tragédias de Janeiro 

Falta de planejamento

Os governos brasileiros, em todas as esferas carecem de um planejamento eficaz, ou quando têm um planejamento os executivos tomam medidas a revelia daquilo que foi planejado, navegam a mercê das pressões do dia a dia.
Ouvi de um conceituado político uma opinião a respeito das áreas de risco. 
"Os governantes só vão agir com rigor a respeito das áreas de risco quando forem responsabilizados criminalmente pelos desastres ocorridos."
Verdade, enquanto isso não ocorrer, as pressões pollíticas e sociais sempre o executivo a levarão a transigir.

Governos gastam em recuperação dez vezes mais que em prevenção.


Tanto o governo federal quanto o Estado do Rio gastam muito mais para consertar estragos de desastres naturais do que com prevenção.

O governo fluminense gastou dez vezes mais em consertos do que em prevenção. Reservou R$ 8 milhões para contenção de encostas e repasses às prefeituras para combate a enchentes e deslizamentos. Diante das mortes e da destruição em Angra dos Reis, Niterói e outras localidades, desembolsou R$ 80 milhões para reconstrução.


As prefeituras alegam que têm dificuldades para formatar projetos e mapear áreas de risco, o que pode garantir a liberação de verbas de prevenção.
Já a União gastou 14 vezes mais com reconstrução do que com prevenção em 2010.
Conforme a ONG Contas Abertas, que monitora gastos públicos, foram R$ 167,5 milhões para prevenir e R$ 2,3 bilhões para remediar.
O padrão deve se repetir. Já são R$ 700 milhões para o atendimento emergencial das vítimas da região serrana do Rio

sábado, 15 de janeiro de 2011

Pai só pode ajudar quando tem o dinheiro

Informações do governo estadual nos dão conta que o equilíbrio financeiro do Estado é precaríssimo, o custeio da máquina administrativa deixada pelo governo Ana Julia e seus luas pretas é assombroso.
Feito levantamento, a previsão de receitas e despesas apresenta um déficit de R$ 85 milhões, somente no mês de Janeiro, o que nos dá uma projeção de 1,02 bilhões por ano, caso continuassem executando as mesmas sandisses.
Esses valores são exclusivamente a comparação entre custeio e arrecadação, sem levar em conta a grande dívida consolidada com valores definidos e a dívida consolidar com valores absolutamente imprevisíveis.   
Os novos Secretários têm tomado medidas para enxugar o custeio buscando o equilíbrio das contas do Estado do Pará.
Diante desse fato, mesmo que o governador queira, este ano, os municípios não poderão contar com qualquer ajuda financeira do Governo do Estado.  

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ética profissional

Quando um profissional liberal, seja ele, médico, advogado ou outra profissão, deixa de atender um paciente que procura pelos seus serviços pode estar acontecendo um dos casos:
1 - Ele tem consciência que está prejudicando o paciente.
ou 2 - Ele tem consciência de seus serviços são inócuos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

BONS PRESSÁGIOS, PONTOS PARA A PRESIDENTE

Anteontem publiquei uma postagem em que dizia que "tudo pode se repetir", referindo-me as mazelas de Ana Julia que poderiam pelo andar da carruagem repetir-se no governo federal.
A presidente teve um espasmo de bom senso e ordenou seus lanceiros que saíssem em retirada na batalha travada entre os partidos da base aliada, o PMDB terá os mesmos espaços que tinha no segundo escalão do governo anterior e aqueles espaços que já foram subtraídos serão compensados.
Felizmente, como disse naquela matéria que era ainda cedo para um juízo definitivo mas que em pouco tempo poderíamos vislumbrar nosso futuro.
Muito bom, ponto para a presidente que vem tomando medidas corretas, contendo seus lanceiros no apetite sobre cargos, propondo contingenciamento do orçamento buscando o equilíbrio da economia. 
Bons presságios, nossa presidente vem ganhando pontos, mas continua presidente, essa história de presidenta é descabida.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

DICAS DE SAÚDE

 A partir de certa idade, temos quase todos esses sintomas, provocados pelas faltas aqui mencionados:

1. DIFICULDADE DE PERDER PESO
O QUE ESTÁ FALTANDO: ácidos graxos essenciais e vitamina.
ONDE OBTER: semente de linhaça, cenoura e salmão - além de suplementos específicos.

2. RETENÇÃO DE  LÍQUIDOS
O QUE ESTÁ FALTANDO: na verdade um desequilíbrio entre o potássio, fósforo e sódio.
ONDE OBTER: água de coco, azeitona, pêssego, ameixa, figo, amêndoa, nozes, acelga, coentro, semente de linhaça e os suplementos.

 3. COMPULSÃO A DOCES
 O QUE ESTÁ FALTANDO:  cromo.
 ONDE OBTER: cereais integrais, nozes, centeio, banana, espinafre, cenoura + suplementos...

 4. CÂIMBRA, DOR DE CABEÇA
O QUE ESTÁ FALTANDO: potássio e magnésio
 ONDE OBTER: banana, cevada, milho, manga, pêssego, acerola, laranja e água.

 5. DESCONFORTO INTESTINAL, GASES, INCHAÇO ABDOMINAL
 O QUE ESTÁ FALTANDO:  lactobacilos vivos
 ONDE OBTER: coalhada, iogurte, missô, Yakult e similares.

 6.MEMÓRIA RUIM
 O QUE ESTÁ FALTANDO: acetil colina, inositol.
 ONDE OBTER: lecitina de soja, gema de ovo + suplementos.

 7. HIPOTIREOIDISMO (PROVOCA GANHO DE PESO SEM CAUSA APARENTE)
 O QUE ESTÁ FALTANDO: iodo.
 ONDE OBTER: algas marinhas, cenoura, óleo, pêra, abacaxi, peixes de água salgada e sal marinho.

 8. CABELOS QUEBRADIÇOS E UNHAS FRACAS
 O QUE ESTÁ FALTANDO: colágeno.
 ONDE OBTER: peixes, ovos, carnes magras, gelatina + suplementos.

 9. FRAQUEZA, INDISPOSIÇÃO, MAL ESTAR
O QUE ESTÁ FALTANDO: vitaminas A, C, e E eferro.
 ONDE OBTER: verduras, frutas,  carnes magras e suplementos.

 10. COLESTEROL E TRIGLICERÍDEOS ALTOS
 O QUE ESTÁ FALTANDO: Ômega 3 e 6.
 ONDE OBTER: sardinha, salmão, abacate, azeite

 11. DESÂNIMO, APATIA, TRISTEZA, RAIVA,INSATISFAÇÃO, DEPRESSÃO, VONTADE DE MORRER
 O QUE ESTÁ FALTANDO:  Dinheiro,meu filho, dinheiro!!!
 ONDE OBTER:Quando  eu descobrir, informarei. Mas se você descobrir primeiro, não se esqueça de mim, ok?

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Tudo pode se repetir

É muito cedo para afirmar com convicção, porem as ações do governo Dilma no campo político parecem repetir o comportamento do início do Governo Ana Julia no Pará.
Ana terminou completamente sem apoio e perdeu as rédeas do governo,  sobre Dilma só depois saberemos, mas não muito depois, o rumo a ser tomado, perceberemos logo alí.

A coordenação de Dilma se limita a Ministros do PT


Do blog de Josias de Souza


Dilma volta a reunir Ministros do PT
José Cruz/ABr

Dilma Rousseff volta a reunir nesta segunda (10) o núcleo de coordenação de seu governo. Será o segundo encontro do gênero.

No primeiro, realizado na semana inaugural da nova gestão, produziu-se a foto acima. Uma imagem que incomodou o PMDB.

Compõem a cena, além de Dilma e do vice Michel Temer, a ministra Helena Chagas (Comunicação Social) e cinco ministros do PT.

São eles: Antonio Palocci (Casa Civil), Luiz Sérgio (Relações Institucionais), José Eduardo Cardozo (Justiça), Guido Mantega (Fazenda) e Miriam Belchjior (Planejamento).

Líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN) sugeriu a inclusão de um representante de seu partido: o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).

O petista Luiz Sérgio tachou de “indevido” o pedido de Henrique. O deputado não se deu por achado:

“A sugestão é construtiva. Podem achar o que quiserem, mas não vou deixar de falar o que considero bom para o nosso governo...”

“...A fotografia que saiu mostra apenas ministros do PT. Quem vê fica pensando que é uma reunião do PT. O governo tem dez partidos”.

Henrique diz que não advoga em nome de seu partido: “Acho que tem que incluir mais gente. Não precisa ser do PMDB se não quiserem...”

“...Pode ser o [ministro Carlos] Lupi, do PDT. Ou o [Fernando] Bezerra, do PSB. O importante é que seja uma coordenação do governo, não do PT”.

Para Henrique, Dilma só tem a ganhar se forem levadas a ela pontos de vista que reflitam a pluralidade do consórcio partidário que lhe dá sustentação.

“Se é para trocar informações que ajudem o governo a formular suas análises, uma coordenação só de ministros do PT estreita o campo de visão...”

“...Será bom para o governo incluir na coordenação pessoas que tragam uma visão política e ideológica diferente da do PT. O governo não é só o PT”.

sábado, 8 de janeiro de 2011

PALAVRAS ANTIGAS - NOVOS SIGNIFICADOS

Diante das mais recentes notícias certas palavras passam a ter novo significado:


Audiência pública = ato de coerção


TAC = a forma mais fácil de transigir

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O IMBRÓGLIO DA MATERNIDADE E O HRT

Uma postagem no blog do Deputado Parsifal Pontes a respeito do Hospital Regional de Tucuruí repercutiu bastante ultrapassando as fronteiras de Tucuruí.
O Deputado repercuti assunto que já há alguns dias vinha movimentando as noticias locais,  a transferência da maternidade do Hospital Municipal para o Hospital Regional. de Tucuruí e o transtorno que isso está proporcionando a saúde da região.
Os serviços médicos prestados pelo Hospital Regional ficaram prejudicados porque a transferência foi feita sem planejamento operacional e financeiro.
Com urgência da obstetrícia e a falta de estrutura adequadamente disponível, os serviços de alta e média complexidade ficam comprometidos, principalmente aqueles que demandam o centro cirúrgico.
A administração do HRT está tomando rumos preocupantes, a arranjo da transferência da maternidade aliado a insegurança administrativa decorrente da mudança de governo compromete o sistema de maneira temerária, pondo em risco a população de Tucuruí e Região.

O Hospital Regional de Tucuruí tem estrutura física para atender como a maternidade pública de Tucuruí e ainda muitos outros serviços, entretanto sem planejamento como foi feito com a Maternidade do Hospital Municipal, a situação dica caótica. 

Outro grande erro é transladar o Hospital Municipal para dentro do Regional, isso é inadmissível, cria um clima de competição um revanchismo, com uma linha divisória dentro do ambiente hospitalar inadequada ao bom funcionamento.

O que se pode fazer, com a maternidade e com quaisquer outros serviços que o município queira transferir ao Hospital Regional é: Transferir o serviço, equacionar o financiamento do serviço através retenção de valores e transferência automática pelo Ministério da Saúde, como são feitos com os outros serviços que presta o Hospital Regional, onde há uma transferência automática mensal de R$ 395 mil. 

Devo esclarecer o motivo de sempre recomendar retenção de recursos diretamente no Ministério da Saúde no lugar de receber os serviços prestados e faturados, é porque os pagamentos da prefeitura não são confiáveis, os recursos são escassos e os prestadores públicos sempre fiquem para depois, e um depois muito depois, quiçá nunca.
Devo esclarecer também que esse padrão de comportamento não é específico da Prefeitura de Tucuruí, é comum em  prefeituras, um exemplo é a prefeitura de Belém, não paga os prestadores há muito tempo, conforme amplamente noticiado na imprensa, é uma das poucas falhas no sistema SUS.

A prefeitura de Tucuruí acumulou uma dívida de mais de oito milhões com o Hospital Regional, antes que fosse assinado o termo de acordo entre entes federativos que está em vigor, onde são retidos os 395 mil reais mensais que citei anteriormente. 
Diga-se de passagem, o atual secretário de Saúde de Tucuruí, Charles Tocantins foi a pessoa que conduziu o processo para a assinatura de tal acordo, enquanto diretor da Sespa, em meados de 2008, que vigora desde 2009 até os dias atuais.

Enfim, qualquer serviço que uma análise técnica indicar que possa ser realizado no Hospital Regional, pode e deve ser feito, porem precedido de pactuação entre o responsável do serviço e o exeqüente, credenciamento no SUS, e o equacionamento do financiamento dos serviços. "quem e quando paga". 
Qualquer coisa que se faça sem essas formalidades está fadado ao insucesso e a prejudicar o andamento dos outros serviços realizados.  

BANCO DO BRASIL ABUSA DA POPULAÇÃO

O Banco do Brasil hoje, dia 7 de janeiro, quinze minutos antes do termino do expediente. 13:45 horas, simplesmente desativou a máquina que expede senhas, fechou a porta giratória, impedindo as pessoas de serem atendidas.
Quem procurou o banco neste horário não conseguiu ser atendido e precisará esperar até segunda feira. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

MODESTIA, COM EQUILIBRIO



A modéstia é a sabedoria dos cretinos e a cretinice dos sábios.


Encontrei essa afirmação no blog do Marcos Klautau, diga-se de passagem, uma contribuição importante a blogsfera pelos seus conhecimentos de economia.


Mas como procuro ser modesto, viver uma vida modesta, ser modesto de costumes e percebi verdade na afirmação, comecei a pensar:


Eu não sou sábio, mas também não sou cretino. 


Seria meio cretino e meio sábio?
Daí a resposta, o equilíbrio, não precisamos ser modestos a ponto de nos anularmos, entretanto não devemos ser arrogantes a ponto de incomodar e agredir os outros somente pela nossa presença.


O equilíbrio nos aproxima da sabedoria.


Fiz uma pesquisa na bíblia e encontrei a palavra modesto, somente o novo testamento, na doutrina de Jesus Cristo, a doutrina do amor e o perdão.
Encontrei a palavra modesto na Epístola de Paulo a Tito, capítulo 3.2


2.  Que a ninguém infamem, nem sejam contenciosos, mas modestos, mostrando toda a mansidão para com todos os homens.


Esta modéstia apregoada na bíblia é a verdadeira modéstia, repreende o "infâmia", ao mesmo tempo que repreende o "contencioso", indicando a mansidão.





terça-feira, 4 de janeiro de 2011

LULA e VARGAS

Saio da vida para entrar na Historia, Getulio Vargas em sua carta testamento.


agora:







DESPROPORÇÃO


Tem tantos os confiantes indicados e alguns poucos cargos estaduais em Tucuruí, que representa uma equação desproporcional.


Tem gente que adora uma fantasia.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Charles Tocantins o PMDB e a PMT

Ouvi e li uma porção de historias fantasiosas a respeito de uma possível aproximação do PMDB com a administração do Prefeito Sancler Ferreira, aproximação esta, segundo os comentários seria confirmada com  a nomeação de Charles Tocantins de Souza para Secretário de Saúde de Tucuruí. 

Posso afirmar que não existe até o momento, nenhuma negociação para aproximar politicamente o PMDB com o prefeito Sancler, não que isso não possa acontecer, não existe nenhuma restrição grave, todavia, aproximação também não há, nem por parte do diretório local e nem por parte do Diretório Regional ou pessoalmente com o Deputado Parsifal Pontes. 

Em relação ao Advogado Charles Tocantins, devo lembrar que o futuro secretário foi "super-secretário" na administração Furman, entre 1997 e 2000, quando o conheci.
Charles é filho de uma pessoa que trabalhou muitos anos em Tucuruí, seu pai e o senhor Pereira que foi aqui coletor Estadual. Os antigos certamente o conhecem bem. 
Na administração do João Medeiros/PMDB, em Cametá, sua cidade natal, Charles foi secretário de Saúde e Secretário de Administração.
Charles Tocantins é um profissional da mais alta estirpe, competente, ético e altamente técnico.
Tucuruí só tem a ganhar com a contratação do novo Secretário.

Li no blog Folha de Tucuruí, que repete comentários tolos do blog do Barata que até tentam denegrir o competente profissional e em contraponto recomendo a leitura de um artigo de Alex Fiuza de Mello, quando Reitor da UFPA, que republiquei aqui neste blog dia 31 de dezembro, com o título, PARA REFLETIR que versa sobre certas concepções na administração pública onde todos os que produzem alguma coisa, são corruptos, só são bons administradores, aqueles que não fazem nada, inclusive suas funções principais.  
O Charles faz e faz bem feito.    

sábado, 1 de janeiro de 2011

Renovo meu desejo de felicidade a todos neste ano que se inicia e que possamos perceber com muita clareza  as diferenças:

  • entre o arranjo e o dolo, 
  • entre a heterodoxia e a má-fé, 
  • entre a criatividade e a burla.

Feliz 2011

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

O Presidente Lula termina o ano tomando uma decisão polêmica que vinha postergando desde algum tempo, concedeu asilo a Cezare Battisti, condenado na Itália a prisão perpétua por quatro assassinatos, sob a alegação que poderia sofrer perseguições políticas em seu país.

Não vejo como alguem cumprindo uma pena de prisão perpétua poderia sofrer perseguições políticas.




Feliz Ano Novo

Nas últimas horas deste ano que termina, quero desejar a todos, um feliz ano novo, com saúde, paz, sabedoria e fé.
Se tivermos as bençãos de obter esses atributos, o restante, construiremos.
Construiremos prosperidade e felicidade,  feliz 2011 a todos..

Para Refletir:

O Novo Secretário Secdet - Secretaria de Desenvolvimento Estratégico Ciência e Tecnologia, Alex Fiúza de Mello, enquanto Reitor da UFPA  publicou o  precioso artigo que ora republicamos para reflexão, nesta passagem de ano, daqueles que fazem diretamente a "coisa pública" neste país, para aqueles que usam o sistema e para ou outros que elegem aqueles que nomeiam os que fazem diretamente a "coisa pública".


Estado esquizofrênico e a ditadura do jurídico Alex Fiúza de Mello, reitor da UFPA

O legalismo e a burocracia, como valores dominantes, tornaram-se os pilares de legitimação política no Brasil do século XXI, em detrimento da vontade geral. Se na maioria das nações desenvolvidas evolui-se da velha mentalidade da administração rígida e presa a formalismos para um modelo de gestão mais flexível e pragmático da coisa pública, ainda que com controle social, entre nós o gestor público goza, cada vez menos, de autonomia e liberdade para o desempenho de suas funções finalísticas. A nova gestão pública, inovadora e flexível, como exige a dinâmica do tempo presente – em plena Era Global do Conhecimento –, está condenada, a priori e infelizmente, em nosso país, pelos donos do poder: a burocracia oligárquica.
As instituições estão paralisadas; as obras, atrasadas; os serviços, sucateados. De repente, tudo parece ser proibido. Todo gestor é corrupto, até prova em contrário. Os honestos pagam pelos culpados. Não há espaço ou permissão para inovação, para decisão urgente. Quando não é a Lei que proíbe, são as Portarias, os Acórdãos, as interpretações conservadoras das Procuradorias país afora, mais realistas que a própria Lei. Todos temem a hermenêutica do formalismo exacerbado, da cultura da desconfiança, da caça às bruxas, como se não houvesse mais distinção entre arranjo e dolo, heterodoxia e má-fé, criatividade e burla. Evaporou-se o bom-senso, o discernimento criterioso, o diálogo. As leis e as normas que regem a administração pública são cada vez mais complexas e detalhistas; não obstante, a corrupção aumenta – como a ineficácia. Pagam o preço os pequenos infratores, que se arriscam em benefício da causa pública, normalmente aqueles que não têm dinheiro ou prestígio para se defender da fúria dos tribunais; continuam impunes os grandes contraventores, que usam a máquina em benefício próprio, graças à posse dos recursos que faltam aos primeiros. Os órgãos de controle – conquista importante da democracia moderna em vista da transparência da prestação de contas e da responsabilização da gestão dos recursos públicos (accountability) – apequenam-se e se desvirtuam ao priorizar a obediência a processos (por suposição) formalmente corretos do ponto de vista jurídico em detrimento do atendimento a resultados. Mas a própria hermenêutica do que seja "juridicamente correto" é dúbia e, regra geral, conservadora. O meio se torna mais importante que o fim. As filigranas formais mais apreciadas que as realizações efetivas. Detalhes secundários se sobrepõem ao essencial. E nessa modernização do atraso, o "bom gestor" passa a ser tão-somente aquele que não transgride a forma, ainda que não resolva os problemas. E o que poderia e deveria ser o controle, a supervisão e a luta contra o desperdício, a ineficiência e a corrupção – presença saudável de um Estado modernizado e anti-patrimonialista –, transforma-se, mesmo involuntariamente, no seu oposto, graças aos exageros e às exigências descabidas. Instala-se, silenciosamente, um estado de terror, onde impera a ditadura do jurídico.
O Brasil corre na contra-mão da história. Já faz décadas que o mundo desenvolvido percebeu que o gestor público contemporâneo deve ser técnico e, ao mesmo tempo, político, porque o tempo social – voltado à solução dos problemas dos cidadãos – não corresponde (nunca mais!) ao tempo da burocracia. Propala-se e experimenta-se, alhures, novos paradigmas de gestão pública em nome da qualidade, da eficiência, da produtividade, da economicidade, da liberdade, da responsabilidade da tomada de decisões em tempo hábil, tudo em favor do interesse social maior. A impressão que se tem, contudo, no Brasil e na América Latina é que essa nova filosofia, concepção e sentido de serviço público transitam muito mais no papel e na retórica (vazia) do que na realidade dos fatos. Em terras verde-amarelas, ninguém se entende. Os Poderes não se acertam entre si. Muitas vezes se repelem. Os Tribunais de Contas mandam no Executivo. O Judiciário legisla. O Legislativo executa. Vive-se sob a tutela de um Estado esquizofrênico. Os egos prevalecem sobre o interesse geral. Todos querem ser reis. Distancia-se a república; amordaça-se a democracia.
Hoje, os órgãos que verdadeiramente decidem pelo país são aqueles de Controle e as Procuradorias. Mas essas, muitas vezes, ao invés de exercerem o sadio e nobre exercício do enfrentamento hermenêutico – a única ciência do Direito –, por medo ou por insegurança não raramente se metamorfoseiam em verdadeiras auditorias, preferindo a facilidade da submissão passiva aos acórdãos (formalmente explícitos), nem sempre justos ou inteligentes, ao risco de sua contestação ativa, em favor dos interesses legítimos de seus representados e segundo o espírito da justiça. Nem a Lei é mais cumprida e respeitada pelos seus hermeneutas de plantão, pois a sua interpretação – draconiana – cria, desnecessariamente, mais obrigações e empecilhos que a própria letra do texto. Submerge a res pública; impõe-se o corporativismo.
Assim ainda teimam em sobreviver, no Brasil, em pleno alvorecer do terceiro milênio, as instituições da administração pública (institutos, universidades, agências de fomento) criadas, justa e paradoxalmente, para inovar o futuro: tuteladas, fragilizadas, amordaçadas. E enquanto os demais países continuam a expandir o seu domínio sobre o mundo, com o progresso das revoluções científicas e das inovações, ficamos sempre mais para trás, dependentes e à deriva, com o retrocesso da conservação burocrática e do obscurantismo – data venia.

Os Ungidos

Estão anunciados 47 colaboradores do governo de Simão Jatene, 
são eles:


01
SECULT
Paulo Chaves
02
SEDECT
Alex Fiúza de Melo
03
SEEL
Sahid Xerfan
04
SEPLAN
Sérgio Bacury
05
SETRAN
Francisco Melo
06
PARATUR
Adenauer Góes
07
FCPTN/CENTUR
Nilson Chaves
08
Carlos Gomes
Paulo José Melo
09
FUNCAP
Ana Célia de Oliveira
10
ADEPARA
Mario Moreira
11
Ofir Loyola
Graça Jacob
12
IMEP
Luiziel Guedes
13
LACEN
Sebastião dos Santos
14
SEFA
José Tostes Neto
15
SEDUC
Nilson Pinto de Oliveira
16
SESPA
Hélio Franco
17
SAGRI
Hildegardo Nunes
18
DEIR
Antônio José Guimarães
19
SEPE
Sidney Rosa
20
SEMA
Tereza Cativo
21
SEPAQ
Asdrúbal Bentes
22
Casa Civil
Zenaldo Coutinho
23
Casa Militar
Fernando Noura
24
Comando PM
Mário Solano
25
PGE
Caio Trindade
26
EMATER
Cleide Oliveira
27
CPC
Orlando Salgado
28
IASEP
Kléber Miranda
29
SUSIPE
Francisco Bernades
30
Delegado Geral
Newton Atayde
31
DETRAN
Sérgio Duboc
32
Hospital das Clínicas
Ana Lydia Cabeça
33
Santa Casa
Maria do Carmo Lobato
34
IDEFLOR
José Alberto Colares
35
PRODEPA
Theo Carlos Pires
36
SEGUP
Luis Fernandes Rocha
37
BANPARÁ
Augusto Costa
38
IOEPA
Claudio Rocha
39
FAPESPA
Mário Ribeiro
40
IDESP
Adelina Braglia
41
ITERPA
Carlos Lamarão
42
Auditoria Geral
Roberto Amoras
43
SEOP
Sebastião Miranda
44
SEJUDH
José Acreano Brasil Jr.
45
SEGOV
Sérgio Leão
46
SECOM
Ney Messias
47
SEAD
Alice Vianna