quinta-feira, 11 de novembro de 2010

FINALMENTE, COLEI GRAU

Ontem, 10 de novembro de 2010, colei grau como Bacharel em Administração de Empresas.
Curso que iniciei  em 1969 nas Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU em São Paulo, passei pela Suam no Rio de Janeiro, no Bairro de Bonsucesso, me matriculei na Faculdade Afonso Celso em Campo Grande no Rio de Janeiro e em uma outra faculdade em São Paulo que não me lembro nem mesmo o nome.
Trocando de escolas de acordo com as conveniências profissionais e de deslocamentos, cursei até o 7 semestre, faltando sempre alguma adaptação porque a grade curricular das escolas nunca eram exatamente iguais.
Nunca fui um aluno exemplar, nem tampouco muito frequente. Por ter sido precosse em muitas coisas, especialmente no campo profissional, com ou sem faculdade, pouca coisa mudava em minha vida, por conta disso, sistematicamente negligenciava nas freqüências.

Aos 13 anos, na cidade de Marília- SP, eu vendia títulos de capitalização e Letras de Cambio do Banco de Investimentos Finasa do grupo do Banco Mercantil de São Paulo, da família dos Vidigal. Buscava os clientes nas relações de amizade de meu pai, que era gerente de um ou outro banco o Bradesco, que se  chamava Banco Brasileiro de Descontos S/A.

Depois de passar pelas multinacionais Burrougs, Siemens e Avon Cosméticos, aos 21 anos me transferi para o Rio de Janeiro, já casado e fui gerenciar a informática de uma empresa gráfica, fabricante de formulários contínuos, a maior do país na época.
Entrei nessa empresa como vendedor em São Paulo e saí 6 anos depois ocupando o cargo de controller da cia. 
Aos 26 anos fui gerente de informática da maior empresa de atacado do país, na época, José Alves S/A Importação e Exportação, as Casas Alô Brasil.
Meus vencimentos equiparavam ao de qualquer executivo de alto nível do eixo Rio/São Paulo e o fato de eu não ter conmcluído a Faculdade não tinha a menor importância. 

Em 1977,  a vontde de me estabelecer, algumas frustrações neste sentido no sudeste, o medo do pessoal do DOPS e da Operação Bandeirante - OBAN que ainda persistia prendendo estudante que pensava em liberdade, resolvi largar tudo, inclusive a Faculdade e migrei para Tucuruí, uma aventura amazônica.


Passados 29 anos, depois de ser contabilista,  professor, empresário bem sucedido em um tempo e quebrado em outro, político e servidor público, dono de padaria e amassadeira de açai, de passar por mais quatro casamentos, com filhos e netos, resolvi reiniciar o curso de Bacharel em Administração de Empresas, cuja colação de grau aconteceu ontem, aos 62 anos. 
Diante disto lembro a máxima, ninguém queima etapas, muitas das vezes invertemos a ordem.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010


O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro. Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas. As primeiras ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de "secretário-geral do coral." 
As pessoas não debatem conteúdos, apenas rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena. E para mim, basta o essencial.

Mário de Andrade (1893-1945)

Observação do blog mais de 100 anos, muitas gerações se passaram e nada mudou. 

SABEDORIA



Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho vira-lata com ela.

Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido.

Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço ...

O cachorro velho pensa: Oh, oh! Estou mesmo enrascado ! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador

Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:

-Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ?

Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores.

-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega!

Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum. E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa:

-Aí tem coisa!

O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo. O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz:

-"Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!"

Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa:

-E agora, o que é que eu posso fazer ?

Mas, em vez de correr ( sabe que suas pernas doídas não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz:

-"Cadê o filho da puta daquele macaco? Tô morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca! "

Moral da história: não mexa com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.



segunda-feira, 8 de novembro de 2010

CARGO? QUE CARGO?

Nesta época que vivemos de disputa de espaços nos governos que se instalarão a partir de Janeiro de 2011 é importante observar a opinião que auscultei em uma reunião informal entre amigos e políticos uma DEFINIÇÃO DE:

O QUE É UM CARGO POLÍTICO?


Se não tiveres sob seu controle e de sua confiança, além do Gestor:
1 - O Departamento Jurídico, que analisa a legalidade se seus atos e encontra opções legais para as necessidades;
2 - O Departamento Financeiro, que viabiliza a execução orçamentária e financeira.
3 - O Departamento Relações Públicas ou Comunicações, que faz a divulgação de seus feitos.


NÃO TENS UM CARGO. 

sábado, 6 de novembro de 2010

A AJUDA MUNDIAL A ECONOMIA BRASILEIRA TERMINOU - "DELFIN NETTO"


O competende Josias de Souza da folha de São Paulo publicou e reproduzimos aqui:

O professor Delfim Netto acha que Lula entrega para Dilma Rousseff um governo melhor do que aquele que recebeu de FHC.

Com uma diferença: “A ajuda que o crescimento da economia mundial deu ao período Lula está terminando ou já terminou”.

O professor avalia que, sob Dilma, “o equilíbrio fiscal é fundamental”.Esgotaram-se “todos os truques possíveis”, disse Delfim. Acha que Lula e Dilma sabem disso.

Em entrevista aos repórteres Ivan Martins e José Fucs, o ex-cazar do milagre econômico da ditadura, que Lula converteu em conselheiro informal, declara-se otimista.

A conversa foi levada às páginas de Época. Delfim expôs diagnóstico e terapia. Soou em termos muito parecidos com os que vem sendo expostos por Dilma.

Abaixo, algumas das observações de Delfim:


– Conjuntura internacional: ”A Dilma recebe um governo muito melhor do que Lula recebeu. Com uma diferença: Lula pegou o governo quando vinha ventania de popa. Dilma vai receber o governo com ventania de proa. A ajuda que o crescimento da economia mundial deu ao período Lula está terminando ou já terminou.

– Consequências do novo cenário: “Você vai precisar de muito mais força do mercado interno se quiser manter seu ritmo de crescimento para continuar a distribuir renda. O Brasil precisará em 2030 dar emprego de boa qualidade a 150 milhões de sujeitos entre 15 e 65 anos. Você não vai fazer isso exportando alimentos e minerais. Por mais complexas que sejam essas cadeias, você precisa de uma economia de serviços e industrial. Uma economia competitiva. Todas as políticas precisam incentivar a competição. Aliás, observem o que a Dilma disse sobre as agências reguladoras. Ela disse que gente competente será nomeada porque nós precisamos garantir a competição. Competição é o nome do jogo.

– Política fiscal: “Houve pequenos desvios na política fiscal em 2009 e 2010, mas há um grande exagero na crítica dos economistas que falam em desastre fiscal. [...] A verdade é que não há desequilíbrio fiscal gigantesco no Brasil. Lula e Dilma sabem que o equilíbrio fiscal é fundamental. Eles sabem que a relação entre a dívida pública e o PIB é um fator importante quando se quer reduzir a taxa de juros real.

– Estratégia para baixar os juros: “É preciso coordenar a ação fiscal e monetária. Você tem de dar ao Banco Central o conforto de que o combate inteiro à inflação não vai ficar apenas na mão dele. O papel dele é construir, como construiu, uma expectativa de inflação estável. Mas o governo tem de sinalizar com clareza que vai reduzir a relação entre dívida e PIB daqui para a frente.

– Superávit primário: “Na verdade, você esgotou todos os truques possíveis. Se disser que vai aumentar o superávit primário aumentando a tributação, vai dar tudo errado. Mas reduzir a dívida implica o seguinte: os salários, os benefícios, os programas de redistribuição do governo, que são e foram fundamentais, terão de crescer ligeiramente menos que o PIB. De tal forma que se abra espaço para o investimento público. No passado, a carga tributária era de 24%, e o Brasil investia 4% do PIB. Hoje, a carga tributária é 36%, e o Brasil investe 1,5%.

– Poupança interna:  “[...] Temos de criar mecanismos de criação de poupança interna de longo prazo. E o Brasil tem uma vantagem em relação a isso: o mais sofisticado sistema financeiro de qualquer país emergente. O sistema financeiro brasileiro compete com o inglês e com o americano. Não tem comparação possível nem com o alemão. O Brasil está hoje no radar de 140 países e de 1,4 milhão de sujeitos que constituem seus portfólios com o real dentro”.

– Câmbio e juros: “É ilusão imaginar que você pode controlar o câmbio quando existe esse diferencial de taxa de juros em relação aos outros países. O Brasil é hoje o único peru com farofa disponível na mesa do mercado internacional. Por isso o dinheiro vem para cá. Não é possível controlar o câmbio com medidas fiscais, como a elevação do IOF. O ministro (da Fazenda) Guido Mantega sabe disso. Ele elevou o IOF em legítima defesa, porque a valorização cambial está destruindo um sistema sofisticadíssimo de produção que foi construído ao longo dos anos. Mas, para resolver a situação de forma duradoura, teremos de caminhar para uma taxa de juro real de 2% ou 3%. Isso é fundamental. Quando tivermos essa taxa, não vai mais ser preciso se preocupar com o câmbio.

– FHC X Lula: ”A ideia de que o mundo começou em 2003 é falsa, mas quem ajudou a fazer isso foi o PSDB. Ele é o maior inimigo do Fernando Henrique. O PSDB morre de inveja dele. Não consegue conviver com seu sucesso. Foi isso que ajudou o Lula a desconstruir FHC. Quando eles tentaram recuperar, já era tarde. [...] Se você olhar, vai perceber que a privatização foi feita em estado de emergência. O Estado estava quebrado, precisava de dinheiro. E não há nenhuma privatização que não tenha produzido efeitos extraordinários. Mas o PSDB não foi capaz de defender as coisas mais importantes feitas por Fernando Henrique”.

– O Plano Real: “Foi uma pequena joia. Ter congelado a distribuição de renda sem que as pessoas tivessem entendido, ter liberado os preços, ter construído todo um equilíbrio no tricô e depois liberado tudo e ele continuar como estava. Foi uma coisa brilhante, um dos mais extraordinários planos de estabilização já construídos. Negar esse fato é uma estupidez”.
Vou Deitar e Rolar
Composição: Baden Powell e Paulo César Pinheiro

Não venha querer se consolar
Que agora não dá mais pé
Nem nunca mais vai dar
Também, quem mandou se levantar?
Quem levantou pra sair
Perde o lugar
E agora, cadê teu novo amor?
Cadê, que ele nunca funcionou?
Cadê, que ele nada resolveu?
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Ainda sou mais eu
Você já entrou na de voltar
Agora fica na tua
Que é melhor ficar
Porque vai ser fogo me aturar
Quem cai na chuva
Só tem que se molhar
E agora cadê, cadê você?
Cadê que eu não vejo mais, cadê?
Pois é, quem te viu e quem te vê
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Todo mundo se admira da mancada que a Terezinha deu
Que deu no pira
E ficou sem nada ter de seu
Ela não quis levar fé
Na virada da maré
Breque
Mas que malandro sou eu
Pra ficar dando colher de chá
Se eu não tiver colher?
Vou deitar e rolar
Você já entrou na de voltar
Agora fica na tua
Que é melhor ficar
Porque vai ser fogo me aturar
Quem cai na chuva
Só tem que se molhar
E agora cadê, cadê você?
Cadê que eu não vejo mais, cadê?
Pois é, quem te viu e quem te vê
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
O vento que venta aqui
É o mesmo que venta lá
E volta pro mandingueiro
A mandinga de quem mandingar
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu
Quaquaraquaquá, quem riu?
Quaquaraquaquá, fui eu

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Deu no Tucuruí Agora e agora só falta o Diário Oficial confirmar

Nestes tempo de pós eleição, época que são tratados assuntos a respeito de nomeações para os diversos cargos da República e do Estado, além de mudanças no Legislativo local, há espaço para muitas especulações, quem influencia quem, como as máquinas governamentais serão loteadas, quem são os corretores, os incorporadores e finalmente os mutuários, para usar a linguagem imobiliária referindo ao "loteamento" citado.

Todos os dias alguem se comunica comigo dizendo, fulano vai para tal órgão, beltrano para outro.
Eu respondo, nada está resolvido, tudo isso é muito pre-maturo e ouço de meus interlocutores: "mas deu no Tucuruí Agora", como se isso fosse algum parâmetro de realidade.

Confundem o Tucuruí Agora com o Diário Oficial, onde são publicados os atos dos governantes. 

O programa precisa de audiência e a técnica de comunicação manda que se dê espaço a essas especulações, isso dá audiência, mexe com as pessoas, seus egos e suas realizações.

Pessoal, Quando for real, sai no DIÁRIO OFICIAL 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O VOCÁBULO "PRESIDENTA"

Um pouco de cultura não atrapalha!!!


Tem-se notado, como aqueles mais atentos também devem tê-lo feito, que a candidata Dilma Roussef e seus seguidores,pretendem que ela venha a ser a primeira presidenta do Brasil, tal
como atesta toda a propaganda política veiculada pelo PT na mídia.


Presidenta???
Mas, afinal, que palavra é essa totalmente inexistente em nossa língua?
Bem, vejamos:
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante,de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente,
o de mendicar é mendicante...

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente.

Aquele que tem entidade.

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela "ardenta";  se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta";se diz paciente, e não "pacienta".

Um bom exemplo seria:

"A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta..
Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta. "

CATALOGO DE CORES PARA PESSOAS

Em um comercial do IBGE estimulando as pessoas responderem detalhes sobre raça e cor da pele nas entrevistas do senso, aparece a atriz Tahis Araujo, que na minha opinião é mulata dizendo: " minha raça é negra e minha cor é preta".
Eu diria que aquela beldade é mulata portanto sua cor é parda, já minha mulher que no meu entender é branca disse ao senso que é parda, uma vez que eu sou muito mais claro, ou branco que ela, por isso ela se considerou parda.

Fiquei pensando, está meio complicado, com um número imenso de ressenciadores, os critérios são os mais diversos possíveis, o que provoca um resultado irreal ao senso.
Por conta disso, vou propor ao IBGE que no próximo senso disponibilize aos visitadores um catalogo de cores de gente, como aqueles que as lojas de tinta nos mostram para escolher cores.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O que é convênio administrativo? 
Ariane Fucci Wady, consultora da Escola de Administração da Fundação Getulio Vargas



Em tempos que se discute obras e autoria destas, de origem dos recursos dos diversos entes administrativos, buscamos uma definição de "convênio" para esclarecer os leitores.
Convênios são utilizados nas várias esferas da administração pública com o propósito de descentralizar os recursos, atingir melhor o objetivo, estar mais próximo dos beneficiários.


A consultoria define:
Convênios são formados entre entes federativos entre sí ou organizações sociais.
Os convênios administrativos são acordos firmados por entidades públicas de qualquer espécie, ou entre estas e organizações particulares, para a realização de objetivos de interesse comum dos particulares. Convênio é acordo, mas não é contrato. No contrato as partes têm interesses diversos e opostos; no convênio os partícipes têm interesses comuns e coincidentes. Por outras palavras, no contrato há sempre duas partes (podendo haver mais de dois signatários), uma que pretende o objeto do ajuste e a outra que pretende a contraprestação correspondente, diversamente do que ocorre no convênio, em que não há partes, mas unicamente partícipes com as mesmas pretensões. A Carta Política pátria não se refere, nominadamente, a convênios, mas não impede a sua formação, como instrumento de cooperação associativa, conforme dispõe o artigo 23, parágrafo único. E o decreto-lei 200 /67, ao cuidar da reforma administrativa, já os recomendava como meios de descentralização de suas atividades, desde que os partícipes estejam devidamente aparelhados (artigo 10, § 3º, b). A lei 8.666/93 considera contrato, para seus fins, todo e qualquer ajuste entre órgãos e entidades da Administração Pública e particulares, desde que haja acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizada (artigo 2º, parágrafo único). Há no artigo 116 , do mesmo diploma legal, determinação de que a incidência de seus dispositivos, no que couber, recairá a todos os convênios, acordos, ajustes e outros instrumentos congêneres celebrados por órgãos ou entidades da Administração, estabelecendo, ainda, diversas formalidades que devem ser cumpridas quando da celebração de convênio.

O DOUTOR EUGÊNIO ERA UM GRANDE CALHORDA, SE FOI ENVENENADO MERECEU

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

QUEM LEVA TRAZ


Quando Ana Julia embarcou no "lotação" chamado PMDB a caminho do Palácio dos Despachos ouviu do motorista ao desembarcar:
 "São quatro anos, caso haja possibilidades poderás ficar mais quatro, não havendo, venho te buscar."
Ontem, as 19:00 horas com uma pontualidade britânica, o veículo PMDB encostou na rampa de embarque, está esperando acabarem de arrumar as bagagens que por falta de previdência e excesso de confiança ainda não estão prontas.

domingo, 31 de outubro de 2010





As piores víboras são as que se apresentam como cordeiros.
Cordeiros indefesos, que dizem: Preciso muito desse apoio, me da uma oportunidade. 
Nem todos os cordeiros são víboras, entretanto, todas as víboras quando querem sabem ser cordeiros 


15.000 acessos, muito obrigado

Resultado das Eleições

As apurações da das eleições praticamente concluidas apresentaram os resultados abaixo:


Em Tucuruí  - 100% dos votos apurados


Simão Jatene ------------25407 ---------------54,43%

Ana Julia Carepa-------21.275 --------------- 47,67%

Votos Brancos-------------1149 

Votos Nulos------------------716

Votos Válidos------------46682


No Brasil  - 98,74% dos votos apurados


Dilma--------------- 54.991.093 -------------------55,93%


Serra----------------43.327.509 -------------------44,07%

A ALEGRIA E A CONSTATAÇÃO DO ÓBVIO

Estive em Belém, no Shoping Boulevard, lá inauguraram um espaço com sete salas de cinema de primeira qualidade.
Entre um compromisso e outro resolvi assitir ao filme Tropa de Elite II, um espetáculo, porem o que quero relatar aqui é a respeito da imensa alegria que senti.
Ao comprar o ingresso, chegando minha vez, perguntei ao atendente quanto era o preço, uma vez que minha dificuldade visual aliada a falta da lente de contado do olho esquerdo prejudicava a visão a ponto de não saber qual era realmente o preço do ingresso.
Qual foi a minha surpresa quando o atendente me perguntou: 
__O senhor tem gratuidade?
Respondi que não sabia, afinal não sabia mesmo. O atendente insistiu: 
__O senhor tem mais de sessenta  anos? 
Aí eu entendi e respondi: 
__Sim tenho sessenta e dois anos.
O atendente me disse a frase que me causou imensa e inesperada alegria: 
__O senhor tem direto a gratuidade, tome aqui seu ingresso, não precisa pagar nada.
__O senhor tem documentos, o porteiro vai lhe exigir.
Aquilo no momento foi para mim como se fosse uma criança que recebe um presente surpresa.
Inexplicável e surpreendentemente, aquela frase pronunciada pelo atendente e a surpresa de ganhar aquele ingresso me causou uma alegria que inundou meu ser, como há muito não experimentava.
Segui para a sala seis do cinema e para minha decepção e a constatação do óbvio, me dirigi ao porteiro com o documento de identidade na mão e este não quis nem olhar o documento para comprovar minha "tenra" idade.
Fiquei triste com a constatação do óbvio de minha aparência de idoso.
Coisas que a gente sabe, convive todos os dias, mas quando se constata, de alguma forma nos atinge.
O ser humano tem mistérios em sua mente que desconhecemos, nunca imaginei que uma surpresa destas pudesse me alegrar tanto.
Doravante vou freqüentar mais os cinemas, quando for a capital e vou verificar se em Tucuruí também tem a mesma colher de chá.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

COMO VALDEVINO ! ! !

No julgamento ontem pelo  Superior Tribunal Federal, o Presidente Cezar Peluzzo e o Ministro Celso de Mello comportam como outrora o vereador Valdevino Romaro, votaram contra sua própria proposição.

Para quem não acompanha a política local ou que pela idade ou ausência não acompanharam, o ex-vereador de Tucuruí Valdevino Romaro apresentou na Câmara de Tucuruí um projeto e na hora da votação com aquele "os que aprovam que levantem e os que desaprovam mantenha-se sentados", Valdevino, desatento, desaprovou seu próprio projeto.

Da mesma forma, os ministros Mello e Peluzzo, no desempate da questão do ficha limpa, optaram pela condenação, diferentemente de seus votos.

O que os diferencia de Valdevino é que o primeiro desaprovou sua proposição por mera desatenção e os Ministros, não podemos saber o que lhes fez comportarem como Valdevino, mas com certeza, desatenção não foi. 

O presidente da corte mais importante do país se mostrou bastante tímido e com pouco traquejo para conduzir os Ministros, o que a meu ver provocou o impasse anterior no caso de Roriz, que causou constrangimento à corte e ontem repetiu show, titubeando na condução dos trabalhos.

Brilhou o Ministro Gilmar Mendes.

O caso de Valdevino, tem sido contado como uma anedota "real", o de Peluzzo a historia vai determinar que qualificativo  terá.    

Nota do P M D B

O PMDB emitiu nota afirmando que vai requerer ao TRE a realização de nova eleição.


conheça o teor da nota CLICK AQUI

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Prevaleceu a violência e o casuismo

Na decisão que fez retroceder o direito atingindo um fato anterior a existência da lei da Ficha Limpa mostra que metade dos Ministros do STF pousa para a mídia, cuida de sua imagem como se fosse artista.
Eles preservam suas biografias, mas não preservam a constituição do Brasil.
Essa violência abre caminho para outras arbitrariedades que podem comprometer a segurança jurídica do país.

Tem o meu repúdio.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

PREFEITURAS AJUDAM GOVERNO FAZENDO OBRAS

No comício de ontem realizado em Tucuruí pela coligação Acelera Pará, da recandidata Ana Julia Carepa, segundo informações publicadas nos blogs e informado por pessoas que lá estiveram, verificou-se uma mudança de foco da campanha eleitoral. 
A desgovernadora candidata reeleição mudou o foco da campanha, como se fosse eleição de prefeito,  fez grandes críticas ao Prefeito Municipal, alegando que suas obras são "todas" ou a sua grande maioria, com recursos do Governo do Estado.
Isso falado assim cruamente sem nenhuma comparação de números poderá parecer que a queixa tem sentido, porem se conferirmos os números da execução financeira do Estado do Pará, tanto do orçamento próprio, nos repasses, como dos recursos advindos de autorização de empréstimos, tudo que esse governo fez foi não conseguir utilizar os recursos que estiveram a ele disponibilizados. 
Dos repasses federais, são devolvidos mais de 38%  porque o Estado não conseguiu utilizar, não conseguiu fazer os projetos e viabilizar o uso dos recursos.
Dos recursos próprios, um grande percentual são utilizados sem transparência, sua grande maioria com  dispensa de licitação de forma muito duvidosa. 
Dos empréstimos, mais de 60% das autorização de endividamento concedidas pela Assembléia Legislativa não conseguiu se materializar.
Diante de tanta incompetência, distribuir recursos para as prefeituras realizarem as obras é um auxilio que as prefeituras estão dando ao Governo Estadual, uma vez que caso esses recursos não fossem repassados em convênios, não seriam utilizados como não foram tantos recursos. 
Não tenho nenhum vinculo político com o Prefeito Sancler, mas as estocadas que ele recebeu no comício de Ana Julia não se justificam.
Sancler, como todos os outros prefeitos têm auxiliado o Governo a dar bom destino aos recursos, alias, convênio existem exatamente para isso, a descentralização de recursos para sua melhor utilização. 

sábado, 23 de outubro de 2010

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Paulo Preto - Unanimidade Nacional

No assunto da campanha presidencial estão dando muita ênfase ao Eng.. Paulo Vieira, Paulo Preto, ex-diretor da Dersa em São Paulo que teria feito desaparecer quatro milhões de reais.

Por mais que a Justiça Eleitoral se esmere, o financiamento das campanhas são feitoa de muitas contribuições, algumas formais e outras, nem tanto.

Está aí instalado o ambiente para a boataria e dizer que alguem arrecadou recursos é muito fácil, provar é que é mais difícil, quem recebeu e sumiu com o dinheiro não conta e quem deu, também oculta com medo da Justiça.

Acredito que em todos os locais existem historias de alguem que arrecadou algum tipo de contribuição e não entregou, o que faz Paulo Preto uma unanimidade nacional, até em Tucuruí tem similares.  .

H R T - Indicações fantasmas incrementam os boatos

No Hospital Regional de Tucuruí, com a eminente derrota de Ana Julia, a certeza da substituição da Diretoria é evidente.
Por conta disso, a boataria e as especulações a respeito dos próximos diretores são muito intensas entre os servidores.
Muitas hipóteses são levantadas, muitos nomes são lembrados, dos mais viáveis aos mais improváveis, entretanto pelo que sei, nenhuma negociação foi feita a respeito do assunto, isso pertence ao futuro Secretário Estadual de Saúde que ninguém sabe quem poderá ser, nem mesmo o governador está ainda eleito.

As especulações são normais nesta época eleitoral, entretanto alguns nomes com notória rejeição entre os servidores são plantados nessas especulações com o objetivo de tirar votos deste ou daquele candidato.

Igual aconteceu na campanha eleitoral de 2008, quando criaram indicações fantasmas de prováveis Secretários de Saúde com muita rejeição entre os servidores para tirar votos do Joilson e a manobra foi bem sucedida.

sábado, 16 de outubro de 2010

Análise do quadro Eleitoral de Dilma e Serra

Eleições se transformam em uma verdadeira guerra de sutilezas travadas no Sudeste.

Josias de Souza da Folha de São Paulo faz um excelente artigo que compara os vários grupamentos sociais e conclui que o debate religioso na eleição tomou tempo dos candidatos, entretanto pouco influenciou na mudança dos números
O grupo que mais se movimentou foi o grupo das pessoas que se consideram ateus

leia a reportagem click aqui.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

DILMA, A FÉ E A DEVOÇÃO ! ! !

A SANTINHA

QG DE DILMA PASSA POR SEU PIOR MOMENTO



Em artigo na Folha de São Paulo, o jornalista Josias de Souza descreve e analisa o momento Dilma na Campanha eleitoral. 

Leio o artigo Click Aqui

CARMONA QUESTIONA VOTAÇÃO DE TUCURUÍ


Do PMDB de Belém, o Deputado Estadual Martinho Carmona questiona a quantidade irrisória de votos obtidos em Tucuruí, mesmo tendo aqui correligionários plantados na instituição que tem sido o suporte de seu eleitorado, a Igreja Quadrangular. 

CHAMAMENTO ATENDIDO - PMDB / JATENE

Ontem a noite, dia 14 de outubro, atendendo a convocação do Deputado Parsifal Pontes, o PMDB de Tucuruí reuniu, juntamente com companheiros de outros partidos que participaram da campanha do Deputado.

O assunto da reunião foi o apoio do grupo sopra-partidário a candidatura de Simão Jatene ao Governo do Estado do Pará.

A reunião transcorreu serenamente e os presentes se manifestaram emprestando seu apoio a Jatene em atendimento ao chamado de Parsifal.

As estratégias estão sendo traçadas e ainda esta semana a campanha vai para a rua.  

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

PARSIFAL CONVOCA CORRELIGIONÁRIOS PARA APOIAR SIMÃO JATENE

Em irreparável texto, o Deputado Parsifal convoca seus correligionários a marcharem juntos na empreitada de eleger Simão Jatene ao Governo do Estado do Pará, no 2º turno.

No texto Parsifal justifica sua posição e convoca correligionários,
Leia o Texto, click aqui
E AGORA!

QUEM MATOU SAULO?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Parsifal formaliza apoio a Jatene

Parsifal Pontes, neste instante está formalizando seu apoio a Simão Jatene que concorre em segundo turno ao Governo do Pará.
Parsifal como o único Deputado Eleito na PA 263, como também eleito com destaque na maioria das mesoregiões do Sul e Sudeste do Pará, especialmente a região da PA 269 e PA 150.
Acompanham Parsifal na reunião: Benedito Chaves Pompeu, vice-prefeito de Cametá, Valdoli Valente, prefeito de Cametá, Miguel Rodrigues, presidente do PMDB de Tucuruí, Vicente, candidato a Deputado Federal pelo PMDB de Abaetetuba, entre outros. 

São representados por Parsifal nesta visita de adesão: Todo o Diretório Municipal do PMDB de Tucuruí, Goianesia, com o seu presidente Leo e a Secretária Ana Leia e Novo Repartimento, com o presidente e Candidato a Deputado Federal Jenilson, além de Claudiney Furman com quem estive pessoalmente tratando da consolidação de seu apoio a Parsifal nesta empreitada e por telefone falou com Parsifal sobre a sua disposição de apoiar o PMDB de Tucuruí na campanha eleitoral de Jatene, o vereador Tabaco de Tucuruí, os vereadores Padin, Evaldo e Pastor Davi de Goianésia do Pará, além de adesões regionais das outras mesoregiões.    

sábado, 9 de outubro de 2010

O TIRO SAIU PELA CULATRA

Em Tucuruí tivemos uma penca de candidatos a Deputado Estadual, dentre os candidatos da terra tivemos:
Deley, Gualberto. Joilson, Roquevan, Parsifal Pontes, Elton Braga.

O único candidato eleito foi Parsifal Pontes, mesmo tendo uma votação menor que das outras eleições, 2969 votos em Tucuruí, conseguiu se eleger exatamente porque deixou de ser o "candidato da terra" e buscou votos em muito municípios.
Essa  busca de votos em muitas localidades faz com que o político se apresente de forma diferente, de uma forma mais política e menos paternalista e clientelista.
O candidato que busca votos onde ele não tem a intimidade com as pessoas, faz com que sua proposta seja obrigatoriamente mais política, de propósitos e propostas políticas e poucos ou muito menos favores.e clientelismo.
Foi exatamente a proposta de Parsifal para ganhar esta eleição. Uma proposta política, de compromissos políticos, acompanhado de políticos de cada localidade. 
Parsifal foi o único eleito na PA 263 e na PA 269, além de ser o mais votado da PA 150.
Houveram políticos em vários municípios, como em Tucuruí, que tiveram mais votos que Parsifal, todavia como em Tucuruí, não foram eleitos, são os chamados candidatos da Terra.
Em Tucuruí, Parsifal, em outra eleição,  também já foi candidato da Terra, bem votado e derrotado.
Mudou de patamar.
Especialmente em Tucuruí, onde Parsifal já foi Prefeito duas vezes e nasceu aqui, essa migração é conflitante e fere muitos interesses e o emocional de vários correligionários e acredito eu que no íntimo o emocional do próprio candidato, porem faz parte do ônus do crescimento político.

Outros políticos locais foram votados em Tucuruí, tais como:


Deley         8.241 votos
Roquevan   6.660 votos

Gualberto   6.525 votos                                                 
Joilson        4.662 votos
Elton Braga    832 votos

Minha opinião, todos se credenciaram porem Deley e Gualberto se credenciaram a concorrer a Prefeitura com bastante desenvoltura e potencial para derrotar o prefeito, bastará que eles tenham gás e consigam manter a popularidade até as eleições. 

Quanto ao Roquevan, quando a população entender que o Cheque Moradia é uma mentira, essa popularidade se dissolve..  

Joilson, foi votado razoalvelmente, ficou conhecido com as duas candidaturas a prefeito, um dos candidatos que o palácio dos Despachos plantou para tirar votos de Parsifal, não vejo como ameaça a reeleição de Sancler. 

Enfim, todos esses candidatos,além dos outros seis do PT que tiveram comitê em Tucuruí,  de alguma forma receberam algum tipo de apoio do Gabinete da Governadora para tentar deseleger Parsifal, o tiro saiu pela culatra.  

SEGUNDO TURNO

No primeiro turno as pessoas votam no candidato do coração, votamos naqueles candidatos que entendemos que são os melhores, segundo a ótica de cada um.


No segundo turno votamos no menos pior.


Para Governar o Pará, o "mais pior" é Ana Julia.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

COMEMORAM A DESELEIÇÃO

Assisti muita gente isolada e grupos organizados, dentre eles os mototaxistas, o pessoal da Zona Rural que acompanhou o Chico Enfermeiro na outra eleição, como Chiquinho Pezão, Tota, Maranhense, Batista, Joãozinho do Sindicato e outros, regorsijantes com a derrota do Deputado Deley Santos.
Não tenho elementos nem legitimidade para interpretar a motivação de tanta alegria, mas é de se entender que alguma coisa o Deputado fez para essas pessoas que tanto as desagradou.

Tenho amizade com o Deputado Deley, gostaria que fosse diferente, mas a realidade dos fatos nos impõe algumas certezas que devem ser tomadas como lição.  

QUEM QUER O QUE DE QUEM ?

No programa de rádio Tucuruí Agora estamos assistindo diariamente o apresentador fazer comentários que denigrem a imagem do Deputado Parsifal Pontes,  tais como: "esse não é daqui", descrever a declaração de bens do Deputado desmotivadamente, sempre com a pecha de proteger Tucuruí e os Tucuruienses de algo, o apresentador vez por outra se faz de tolo  mas rotineiramente alfineta pontos que colocam os ouvintes em estado de alerta contra o referido político.

Que motivações teriam para proceder assim?

- Ingenuidade não é

Não fazem assim com o Deley, com o Prefeito e outros políticos?

Quando o Goalberto passou a falar na emissora concorrente, iniciaram um processo algo parecido em relação a ele.

Há algum tempo, dois anos, esses ataques eram constantes, repentinamente pararam. 

Porque pararam?

Agora retornaram, porque retornaram?

Quem quer o que de quem?